A tristeza é a emoção mais longa dos seres humanos e pode durar até 5 dias

Estudos indicam que existem diferenças na duração de cada tipo de emoção humana. Entre todos os sentimentos que podemos ter, a tristeza é a emoção que dura mais tempo.

Uma italiana falou mal do ex-marido para o filho e vai ter que pagar o equivalente a R$ 104 mil

Depois da separação, a mãe não buscou curar a relação na direção de uma saudável e necessária recuperação para o crescimento equilibrado do menor, segundo o juiz.

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16/07/2017

Brasil é a 6ª posição no ranking de países mais ignorantes do mundo

Em uma pesquisa que buscava medir o nível de ignorância da população em 40 países, o Brasil ficou em sexto lugar no ranking. Os pesquisadores do Instituto Ipsos Mori compararam a percepção que as pessoas têm de seus países com a realidade, para determinar o grau de ignorância.

A Índia ficou com o pior resultado, seguida por China, Taiwan, África do Sul e os Estados Unidos que ficou na frente do Brasil em 5º lugar. No outro extremo, a população menos ignorante, de acordo com o levantamento, é a holandesa. Grã-Bretanha, Coreia do Sul, República Tcheca e Malásia tiveram os melhores índices a seguir.

Entre as perguntas, os entrevistados tinham que responder, por exemplo, qual a porcentagem de muçulmanos vive em seus países e quanto eles acreditam que ela pode alcançar em 2020, quantos por cento da população se considera feliz e quantos acreditam que o aborto e a homossexualidade são moralmente inaceitáveis.

Também foram feitas perguntas sobre distribuição de renda, gastos públicos com saúde e tamanho da população, entre outras.


O melhor resultado dos brasileiros foi em relação ao tamanho da população, com a maioria apontando 200 milhões em vez dos 207.85 atuais. 

Mas em outros temas as respostas passaram realmente longe da realidade. Os brasileiros acreditam, por exemplo, que o país investe 25% de seu PIB em saúde, mas na verdade são apenas 8%. Além disso, pensam que 12 em cada 100 pessoas que aqui vivem são muçulmanas, quando o número real é de apenas 0.1.

E em um índice positivo os entrevistados do Brasil mostraram pessimismo: eles pensam que apenas 40% da população se diz feliz, apesar dos problemas, mas o índice é muito maior, com 92%.

Veja a seguir o ranking com os 40 países (Hong Kong e Taiwan foram avaliados separadamente da China):

1. Índia
2. China
3. Taiwan
4. África do Sul
5. EUA
6. Brasil
7. Tailândia
8. Cingapura
9. Turquia
10. Indonésia
11. México
12. Canadá
13. Montenegro
14. Rússia
15. Sérvia
16. Filipinas
17. Hong Kong
18. Israel
19. Dinamarca
20. Argentina
21. França
22. Vietnã
23. Peru
24. Espanha
25. Chile
26. Hungria
27. Japão
28. Bélgica
29. Polônia
30. Colômbia
31. Suécia
32. Noruega
33. Itália
34. Alemanha
35. Austrália
36. Malásia
37. República Tcheca
38. Coreia do Sul
39. Grã Bretanha
40. Holanda

Fonte: G1

Britânica conhece namorado pela internet, mas ele morre dias antes de se conhecerem pessoalmente

Helen Hunter, de 43 anos, conheceu Jack Martin, de 58, pelo Pinterest. Ambos divorciados e com filhos da mesma idade, eles se aproximaram por causa de interesses comuns: fotografia, tatuagens e filmes de terror.

Moradora de Sunderland (Inglaterra), Helen começou a trocar mensagens pela internet com Jack, de Arkansas (EUA). E ficaram no contato virtual - cada vez mais intenso - por dois anos. Pela web e por telefone, eles já se consideraravam namorados virtuais, separados por um oceano.


Até que um dia, Jack resolveu viajar a Sunderland para conhecer Helen pessoalmente, em maio. Pouco antes da viagem, entretanto, o americano sofreu um ataque cardíaco fulminante e morreu. Arrasada com a notícia, a inglesa decidiu ir aos EUA.

Foi então que Helen conheceu o que ela chamava de "amor da vida" no enterro dele.

Em reportagem publicada por vários jornais, Helen contou que Jack estava com o semblante calmo e parecia estar sorrindo. A britânica beijou o amado, acariciou o seu rosto e segurou sua mão enquanto chorava absurdamente. 

A britânica o americano já faziam planos de morar juntos. Eles conheceriam as famílias e depois decidiriam qual seria o destino do casal. Mas o destino tinha outro plano.

Fonte: O Globo

09/07/2017

Estudo aponta que vegetarianos são menos saudáveis e mais depressivos

Eles fumam menos, bebem menos, fazem mais exercício e têm alimentação com baixo consumo de gordura saturada e colesterol. Mesmo assim, os vegetarianos são menos saudáveis do que aqueles que comem carne. Pelo menos é o que sugere uma pesquisa controversa da Universidade de Medicina de Graz, na Áustria.

O estudo utilizou dados do levantamento “Austrian Health Interview Survey”, que comparou hábitos alimentares e estilo de vida de vegetarianos e "carnívoros". Os pesquisadores concluíram que pessoas que não comem carne são mais propensas a desenvolver câncer, alergias e problemas como depressão e ansiedade. O trabalho, porém, vem sendo criticado por pessoas que o acusam de ter uma ligação com a indústria da carne.


Os 1.320 indivíduos estudados na pesquisa foram separados por idade, sexo, nível sócio-econômico e quantidade de carne ingerida: 330 eram vegetarianos; 330 eram carnívoros que comiam grande quantidade de frutas e legumes; 330 comiam pouca carne; e 330 tinham a carne como alimento principal de sua dieta.

Os pesquisadores constataram que os vegetarianos consumiam menos álcool e tinham menores índices de massa corporal, mas ainda assim apresentavam um estado total de saúde física e mental mais deficiente do que os outros.

Os participantes que comiam menos carne também tinha práticas de saúde menos intensas, afirmaram os pesquisadores. Eles evitavam consultas médicas para check-ups e ações preventivas tais como vacinas.

“Nosso estudo mostrou que os adultos austríacos que consomem uma dieta vegetariana são menos saudáveis (em termos de câncer, alergias e distúrbios de saúde mental), têm uma qualidade de vida menor e também precisam de mais tratamento médico”, escreveram os autores.

Após a publicação do estudo, muitos questionaram o resultado e apontaram uma possível ligação com a indústria da carne. Ao “Austrian Times”, a epidemiologista e coordenadora da pesquisa Nathalie Burkert afirmou: “Nós já nos distanciamos dessa afirmação, pois é uma interpretação errada dos nossos dados”.

“Nós realmente notamos que os vegetarianos sofriam mais com certas condições como asma, câncer e doenças mentais do que as pessoas que comiam carne, mas não podemos dizer qual é a causa e qual é o efeito”, disse Nathalie, que acrescentou: “É preciso que haja um estudo mais aprofundado antes que esta questão possa ser respondida”.

Fonte: O Globo
 

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