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11 curiosidades sobre tomate

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20/02/2017

Gamofobia: o medo de se casar, entrar em relacionamentos ou se comprometer com alguém

Palpitação, sensação de sufocamento e mal estar são alguns dos sintomas da gamofobia, que significa o medo crônico do casamento. Parecida com a sensação de pânico, a doença já foi identificada pela psiquiatria e tem tratamento.

De acordo com especialistas, é natural que a ideia de subir ao altar venha acompanhada de um pouco de nervosismo, afinal é uma mudança grande na vida. No entanto, há pessoas que não podem ouvir falar em compromisso, que logo começam a passar mal. “É um medo irracional, sem sentido, muito maior do que o medo comum que a pessoa tem de casar”, disse o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Antônio da Silva.


Ainda segundo Silva, os sintomas da doença são parecidos com os de um ataque de pânico. “Palpitação, sensação de sufocamento, mal estar, sensação de quem pode morrer, as mãos ficam geladas, suadas, só de tratar desse assunto”, explicou.

Em alguns casos, a pessoa que sofre de gamofobia não consegue ir ao casamento, nem mesmo dos outros. “Você vai identificar os sintomas do transtorno em várias situações que lembrem o fenômeno, seja com fotos, com os amigos falando, seja convites de casamento”, destacou a Maria de Jesus, psicóloga da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).


Muitas vezes, a doença pode ter início a partir de algum trauma como a separação dos pais ou uma relação conjugal anterior marcada por problemas.

A psicóloga explica que a doença pode ser controlada com remédios e psicoterapia. “Pode ser tratado e a pessoa com certeza pode vir a casar com aliança, com todas as variações possíveis”, disse.

Fonte: G1

Os elefantes podem detectar chuva a mais de 250 km de distância

A maneira em que operam os elefantes é insondável. Nunca entenderemos sua capacidade mnemônica porque a única maneira da quantificá-la é comparando com um disco rígido, talvez; e não é preciso falar do medo que eles têm de formigas, que é outro traço que também, por mais surreal que pareça, escapa a nossa realidade.

Há também um boato de que os paquidermes tem medo de ratos, que não faz nenhum sentido, no entanto. Esta fábula nasceu da ideia de que ratos poderiam entrar na tromba do elefante e causar estrago. O caso é que a tromba é tão ou mais ágil que uma mão humana, o que permite ao elefante impedir este ataque, e ademais ratos não são iam se meter a bestas com um animal tão grande.

Os elefantes lembram onde está a água e por isso passam meses do ano caminhando até ela, mas até agora ninguém sabia que também podem escutar o som da chuva a mais de 250 quilômetros de distância, pasmem! Os elefantes têm uma capacidade quase biônica para escutar a chuva.


Um grupo de pesquisadores dispôs-se a averiguar por que algumas vezes as manadas parecem mudam de rumo ao azar. Por meio de monitoramento e GPS seguiram o rumo das enormes criaturas no deserto da Namíbia, um dos lugares mais secos e quentes da África, e ao mesmo tempo monitoraram as precipitações pluviais da zona utilizando dados de satélites. Ao analisar ambos, chegaram a conclusão que estas mudanças repentinas de direção tinham a ver com a localização da chuva.

Pesquisas anteriores descobriram que os elefantes só podem escutar sons de baixa freqüência; portanto, serão necessários mais estudos para saber se os sons de baixa freqüência causados por tormentas são a verdadeira fonte da habilidade dos elefantes para detectá-la. A verdade é que, quanto mais se pesquisa a respeito destas criaturas incríveis, mais impossíveis parecem ser.

15/02/2017

Uma mulher no DF encomendou a própria morte e processou matador por não concluir 'serviço'

Um mulher do Distrito Federal pediu à Justiça que anule o contrato em que "encomendava" a própria morte, após seguidas tentativas fracassadas de suicídio. Para justificar o cancelamento, a autora disse que apresentava quadro depressivo e que estava fora de suas condições normais.

O juiz rejeitou os argumentos e decidiu que, como não havia contrato formal, não seria possível validar ou invalidar qualquer termo desse documento. Com isso, o pedido foi negado, e o processo, arquivado. A ação correu em segredo de Justiça e, por conta disso, não foi possível ter acesso aos dados da mulher e dos advogados que a defenderam no caso.

Na ação, a mulher relata que desenvolveu quadro "depressivo-ansioso crônico, com aspecto suicida", e que teve a capacidade de trabalho comprometida por esse diagnóstico. Por não ter conseguido tirar a própria vida, ela firmou contrato com um "matador de aluguel".


O acordo previa o pagamento de uma quantia em dinheiro e a transferência de um veículo para o homem, por meio de uma procuração. O documento possui cláusulas de irrevogabilidade. Porém, depois de receber o pagamento, o "assassino de aluguel" deixou de atender as ligações telefônicas da mulher e não executou o serviço.

A Justiça do DF tentou resolver o caso em audiências de conciliação, mas não houve acordo. O juiz responsável pelo caso, na 4ª Vara Cível de Taguatinga, ouviu uma testemunha e a mulher, que teria entrado em contradição ao falar sobre o "pacto de morte".

Na decisão, o juiz entendeu que não há como validar o acordo sem comprovação documental, e que a procuração firmada entre as partes – para a venda do veículo – não necessariamente caracterizava as alegações da mulher.

"A autora não sofria qualquer mal que a inviabilizasse de manifestar vontade frente ao cartório público e, se o negócio jurídico realizado com base em uma manifestação de vontade em desacordo com o verdadeiro querer do agente, nas hipóteses de erro, dolo, coação, estado de perigo, lesão - os chamados vícios de consentimento – seria anulável", afirmou.

Na sentença, o juiz disse ainda que, se existisse um contrato, cujo objeto do negócio fosse realmente o assassinato da mulher, ele não teria validade. "Impossível ou indeterminado o seu objeto, e o motivo determinante, comum a ambas as partes, for ilícito", disse.

Fonte: G1

Uma editora no Uruguai usou a aldeia dos Smurfs como exemplo em livro para explicar o comunismo

Um livro utilizado em algumas escolas particulares uruguaias gerou críticas por recorrer à aldeia dos Smurfs para explicar o sistema comunista, algo que será discutido por autoridades.

Na sociedade comunista, assim como na aldeia dos Smurfs, "ninguém passa fome" e "todos têm casas", aponta o texto Uy-XX, da editora Índice, concebido para alunos do sexto ano.

Na aldeia dos personagens azuis de desenho animado, "o poço de água é para uso coletivo, não é de ninguém e é de todos".

"Todos têm obrigações com a comunidade, por exemplo, se encarregam daquilo que sabem fazer. O Smurf cozinheiro cozinhará, o Smurf carpinteiro consertará o que quebrar, e assim cada um da comunidade oferece seu trabalho e recebe o trabalho dos demais. O comunismo poderia ser uma situação similar", continua o texto.


Este livro não faz parte dos textos de educação pública, senão que é sugerido na bibliografia de vários colégios particulares, disse à AFP um porta-voz da Administração Nacional de Educação Pública do Uruguai (ANEP).

No entanto, o assunto será abordado durante uma reunião entre as autoridades da ANEP na terça-feira, para analisar "uma futura estratégia em torno a este tipo de publicações" e seus conteúdos, indicou o porta-voz.

Fonte: UOL

Uma pesquisa feita em 2004 indicou que apenas 41% dos brasileiros gostam de carnaval

O Rei Momo não é tão popular quanto se imagina. Pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT) e Instituto Sensus demonstrou que somente 41,2% dos brasileiros gostam de carnaval, enquanto 57,4% não querem nem ouvir falar do assunto. 

Realizado entre os dias 4 e 6, o levantamento ouviu 2 mil pessoas, em 195 municípios. O professor de cultura popular da Universidade Estadual Paulista (Unesp) Alberto Ikeda considera que a superexposição do tema nos meios de comunicação dá a impressão de que o Brasil é o País do Carnaval. "Atribuo esse índice baixo à questão da moral. Como o carnaval expõe o nu, é combatido por grupos religiosos mais conservadores, que cresceram muito nos últimos 20 anos." 

Ao contrário dele, os carnavalescos se confessaram "surpresos" com o pequeno número de brasileiros que gosta das festividades. "Quem não gosta de carnaval é porque nunca participou de um desfile", afirmou o carnavalesco da Unidos do Peruche, Mauro de Oliveira. 


Seu colega da Acadêmicos do Tucuruvi, Marco Aurélio Ruffin, acredita que, se a pesquisa fosse feita na periferia das grandes cidades, o resultado seria diferente. "Imaginei, levando em conta minha realidade particular, que 50% dos brasileiros gostassem da festa." 

A ascensorista Karina Aparecida Souza, de 20 anos, se enquadra na categoria dos que detestam folia. "Fico em casa ou a família viaja para algum retiro. Esta é uma festa muito violenta", criticou. Para o diretor do Instituto Sensus, Ricardo Guedes, a surpresa foi constatar um número expressivo de brasileiros que gostam do evento. 

O vendedor Daniel Burgonove, de 22 anos, por sua vez, é um entusiasta do assunto. "O carnaval tem alegria, mulheres lindas e muita festa", disse. A pesquisa, realizada mensalmente, mede os níveis de satisfação dos brasileiros. Como foi feita em fevereiro, o carnaval entrou como um tema de conjuntura.

Fonte: Estadão

14/02/2017

Conheça 5 países que Obama bombardeou em menos de 6 anos de presidência

Mesmo que desde 1942 os EUA não tenha declarado guerras, isso não os impediu de atacar e invadir outros países. A Síria foi mais um país que Barack Obama, bombardeou durante seu governo. 


Os bombardeios nas posições do Estado Islâmico (EI) na Síria, acabou convertendo este país no último alvo de ataque dos EUA em menos de 6 anos. Mais de 120 pessoas foram mortas nos ataque lançados pelos EUA e seus aliados na Síria. 

Pelo menos 8 dos mortos eram civis, segundo o Observatório Siria para os Direitos Humanos. No entanto, o número pode crescer à medida que os ataques continuam e dada a experiência de outras campanhas militares norte-americanas poderia levar anos. 

1. Afeganistão 

O Afeganistão foi o primeiro país a EUA atacados no século XXI, depois dos ataques terroristas de 11 de Setembro e à recusa do Talibã a entregar o líder da Al Qaeda, Osama Bin Laden. Dezenas de milhares de pessoas foram vítimas deste longo conflito, enquanto os EUA perdeu 2.200 soldados e teve mais de 20.000 feridos. 

Retirar as tropas era um dos principais promessas de campanha que Obama não conseguiu cumprir até agora. A retirada começou em junho de 2011. Depois de ver o estrago que fez, o presidente decidiu assumir a culpa e pedir desculpas pelo acontecido.

2. Iêmen

Os Estados Unidos bombardearam três radares pertencentes às milícias xiitas houthis no Iêmen, depois do lançamento de mísseis contra um destróier da Marinha americana. Os ataques, autorizados pelo presidente Barack Obama, representarm a primeira ação militar direta de Washington na guerra civil iemenita.

3. Iraque

Em fevereiro de 2003, o então secretário de Estado dos EUA, Colin Powell, dirigiu-se à ONU alegando que Saddam Hussein possuía armas de destruição em massa.

Embora a informação tenha sido posteriormente refutada, entre outros, por Powell, a acusação serviu de pretexto para a América invadir o Iraque em março do mesmo ano, Hussein foi derrubado três semanas depois. 

Além do grande número de mortes causadas por esta intervenção, as conseqüências dessa guerra ainda são evidente hoje, como demonstrado pela ofensiva do Estado Islâmico, cujas raízes, do início ao fim se fundem a está invasão, que abriu caminho para o terrorismo sunita no Iraque. A partir do verão de 2014, a administração Obama retomou os ataques aéreos contra o Iraque para combater o EI.

4. Paquistão

Os ataques com drones no território paquistanês começou ainda quando o presidente era George Bush, mas atingiu o seu pico de intensidade com Barack Obama. 

De acordo com a ONG "Bureau of Investigative Journalism", Os EUA lançou 390 ataques de drones no Paquistão desde 2004, dos quais 339 ocorreram após a chegada ao poder de Obama. 

Outros ataques custaram a vida de dezenas de pessoas, das quais pelo muitas eram civis. "O uso de drones não é só uma violência contra a nossa integridade regional, mas também prejudica nossos esforços para eliminar o terrorismo em nosso país", sublinhou o primeiro-ministro do Paquistão, Nawaz Sharif, durante sua reunião com Obama em outubro de 2013. 

5. Somália

Em janeiro de 2007, EUA, apoiado pelo então Presidente da Somália, Abdullahi Yusuf Ahmed, lançou ataques aéreos contra líderes da Al Qaeda no país, responsáveis segundo Washington pelos ataques a embaixada dos EUA no Quênia e na Tanzânia, que custou mais de 200 vidas. Ataques ocasionais ocorrem ainda hoje, embora eles não sejam freqüentes. 

O que aconteceu com a Líbia?

Apesar de que a maioria dos bombardeios na Líbia contra Muammar Gaddafi tenha sido realizada por militares e europeus da OTAN, foi precisamente os EUA que inspirou e apoiou, participando das primeiras operações militares. 

Em março de 2011, Obama, de fato, deu um ultimato a Gaddafi, forçando-o a recuar suas tropas, que lutavam contra os rebeldes, e estabelecer o abastecimento de água, gás e eletricidade em todas as áreas. "Se Kadafi não cumprir com estas condições, a comunidade internacional irá impor conseqüências e a resolução será aplicada através de uma ação militar", disse Obama. 

De acordo com documentos vazados pelo Wall Street Journal, a CIA estava ativamente envolvido na captura de Gaddafi após sua fuga. Três anos após a morte de Kadafi a situação na Líbia não só não se estabilizou, como o caos político continua a aumentar.
 
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