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17/10/2017

Consumo do açaí pode prevenir doenças como câncer e anemia

Conhecido por suas propriedades energéticas, o açaí é uma das iguarias mais populares do Amazonas que se espalhou e caiu no gosto brasileiro. Muito consumido pelos adeptos de esporte no pós-treino para repor as energias, ele pode prevenir doenças como o câncer, o diabetes e a anemia.

A dica é da nutricionista Raisa Lima, da Rede Hapvida de Manaus, no Amazonas. Segundo ela, a composição do açaí - com vitaminas B, C e lipossolúveis - é benéfica e o produto deve entrar na dieta de pessoas saudáveis e até mesmo pacientes com câncer, diabetes e anemia.


“O açaí tem a função de acrescentar vitaminas, minerais, ferro e calorias, o que é fundamental para pessoas anêmicas ou desnutridas. É um alimento bom para a saúde”, afirma Raisa. De acordo com ela, inúmeros estudos em andamento apontam que a polpa extraída do fruto da palmeira amazônica é capaz ainda de prevenir diferentes tipos de câncer.

Por ser bastante calórico, o alimento, no entanto, deve ser consumido com moderação. A recomendação é uma porção de 100 a 200 ml por dia, o que equivale a cerca e 500 calorias. 

“Pacientes hipertensos, com aneurisma ou algum outro problema cerebral devem evitar ou ao menos consumir em pequenas quantidades”, sugere. No caso desses pacientes, ela explica que o consumo elevado pode dilatar os vasos sanguíneos e, com isso, a potencializar os sintomas da doença, como a dor de cabeça, por exemplo.

De maneira geral, o açaí deve ser consumido após a prática de exercícios físicos, quando o corpo está trabalhando a pleno vapor e tem condições de absorver rapidamente todos os nutrientes e processar bem a gordura. Se consumido em repouso, é possível que algumas pessoas sintam dor de cabeça ou até mesmo taquicardia.

Por ser rico em gordura, a especialista aconselha incluir o açaí na dieta entre o almoço e o jantar. “O lanche da tarde é a melhor opção, já que o alimento é mais pesado, encaixa-se bem nesse horário”, ressalta. Deve-se evitar o consumo à noite, antes de dormir, porque ele é um estimulante, assim como o café e o chocolate e pode interferir na qualidade do sono.

Combinações

Misturar o açaí com leite e seus derivados pode não cair tão bem no estômago, alerta Raisa. “Uma ou outra pessoa é capaz de sentir desconforto, mas não deve ser misturado principalmente porque perde a maioria dos nutrientes, como o ferro e a vitamina D”, justifica.

Para ela, o ideal é misturá-lo a produtos como granola, farinha de tapioca, castanhas e frutas como banana, morango e kiwi, que são combinações de muito sucesso no Amazonas e no Pará. “Uma dica é misturar com beterraba. O açaí não perde a cor e nem o gosto, mas fica com menos calorias”, ensina.

Com o preparo correto, Raisa garante que o alimento fica “100% saudável” e traz benefícios além da prevenção de doenças. “Ele é antioxidante, então vai melhorar a pele, aspecto do cabelo e das unhas. Ele é bom também para o trato intestinal, já que contém fibra e óleo”, afirma.

Na opinião da nutricionista, as variações da iguaria - do vinho ao formato ‘frozen’ - são bem-vindas. “O ‘frozen’ é muito consumido no Nordeste e no Sul do Brasil. Não é a forma ideal de se comer, mas na falta do vinho - que consegue manter todos os benefícios -, também é uma boa fonte de nutrientes”, detalha.

Sempre gelado

A maneira de conservar o açaí é muito importante, deve ser mantido sempre gelado. Se a pessoa for demorar a consumir, a melhor opção, segundo a nutricionista, é congelar. “Exposto ao calor, ele não chega a perder todo o seu poder nutricional porque têm vitaminas lipossolúveis (solúveis em lipídeos e não-solúveis em água), mas o há o risco de estragar. Em um clima como o de Manaus, quente e úmido, pode arruinar em apenas um dia por ficar vulnerável a bactérias”, alerta.

‘Roxo’ merece atenção

A cor característica do açaí deve ser observada pelo consumidor. “Para estar bom, o açaí precisa ter o aspecto de vinho escuro, quase preto. Caso esteja roxo mais claro, talvez tenha sido misturado com outra substância”, finaliza.

Agora você já sabe, além de saboroso o açaí é um ótimo aliado para a saúde.

Fonte: G1

16/10/2017

Cão mais inteligente do mundo compreende 1.022 palavras e sabe até gramática

Considerada o cão mais inteligente do mundo, Chaser, uma border collie que vive na Carolina do Sul, EUA, com seu dono, o psicólogo John Pilley, recebeu o título por comprovadamente ser capaz de distinguir mais de 1 mil palavras diferentes e ter até noções de gramática.


Chaser foi adquirida por Pilley ainda filhote para que o pesquisador realizasse séries de estudos científicos sobre inteligência canina. A convivência e os testes demonstraram, então, que a cadela era capaz de entender um número de palavras que superava em até 400% a do então recordista, um cão alemão chamado Rico, também da raça border collie.


Cachorros da raça border collies são energéticos e adoram brincar com seus donos e, para serem compensados com jogos e entretenimento que tanto amam, são capazes de tudo. Inclusive, como indicam os estudos, aprender a se comunicar com humanos.

Uma publicação compartilhada por Chaser the BC (@chaserthebordercollie) em

O treinamento de Chaser começou com cinco horas diárias, quando ela ainda era filhote: ela era orientada a buscar brinquedos de forma aleatória, segundo comandos de voz. O avanço dos testes fez com que Pilley, em seguida, passasse a pedir os objetos pelo nome de cada um.

Além de reconhece as coisas pelos seus nomes, ou seja, compreender palavras, a cadela ainda é capaz de atender às ordens do dono, como o que deve fazer ao pegar determinado brinquedo, indicando entendimento de gramática.


Para que fosse considerada a mais inteligente do mundo, Chaser precisou passar por mais de 800 testes. As séries de experimentos permitiram que Pilley concluísse que a cadela tinha a mesma capacidade de aprender que uma criança de cerca de 1 ano e meio.

Fonte: Terra

15/10/2017

Poon Lim, o náufrago que se recusou a morrer

Você conhece a história do náufrago chinês que se recusou a morrer e fez de tudo para salvar sua própria vida? A história que vamos contar agora é a de Poon Lim. Nascido na Ilha de Hainan em 1917, Poon Lim estava trabalhando durante a Segunda Guerra Mundial, em 1942, num navio mercante inglês chamado SS Ben Lomond, o qual partira da Cidade do Cabo a caminho da Guiana Holandesa.

Em 23 de novembro, um U-boat alemão interceptou e torpedeou o navio. Enquanto o mesmo afundava, Poon Lim pegou um salva-vidas e saltou ao mar antes do navio explodir. Após duas horas na água, ele encontrou um barco salva-vidas a deriva e embarcou nele. Da tripulação de 54 pessoas, apenas ele sobreviveu.

O barco tinha várias latas de biscoito, um barril de água, chocolate, torrões de açucar, alguns sinalizadores e uma lanterna. Não havia remos ou velas, o que fez com que a embarcação ficasse à deriva.


Poon Lim se manteve vivo inicialmente bebendo a água e a comida no barco, mas com o tempo passou a colher a água da chuva e pescar. Ele não sabia nadar, por isso constantemente amarrava uma corda no seu pulso e no barco, caso ele viesse a cair na água. Com a mola da lanterna, ele criou um anzol. Arrancou também um prego das tábuas do barco e fez um anzol um para pescar peixes maiores. Sempre que pescava um peixe, ele o abria com uma faca feita a partir das latas de biscoito e o pendurava no barco para secar. Certa vez, após uma forte tempestade que estragara sua água e os peixes, Poon Lim conseguiu capturar uma gaivota e sobreviveu bebendo o seu sangue.

Em duas ocasiões, outras embracações passaram próximo a ele: primeiro um cargueiro e em seguida um esquadrão de aviões da patrulha da Marinha Norte-Americana. Poon Lim comenta que o cargueiro o viu, mas não o resgatou porque ele era chinês. Os aviões o viram e chegaram a soltar uma bóia para marcar o local na água, mas infelizmente uma forte tempestade atingiu a região e ele se perdeu novamente no mar.

No início ele contava os dias amarrando nós em uma corda, mas depois decidiu que era mais prático contar luas cheias ao invés de dias.

Em 5 de abril de 1943, Poon Lim alcançou terra na foz de um rio. Três pescadores brasileiros resgataram ele e o levaram a cidade de Belém três dias depois.

Durante seu naufrágio, Poon Lim perdeu 10 quilos, mas ainda era capaz de andar sem ajuda quando foi resgatado. Ele ficou duas semanas em um hospital no Brasil, até que o consulado Britânico conseguiu que o mesmo retornasse a Inglaterra via Miami e Nova York. Ele só então ficou sabendo que somente 11 dos outros 55 integrantes da tripulação de seu navio havia sido resgatados.

O Rei George VI condecorou-o com uma Medalha do Império Britânico, e a marinha Britânica incorporou sua aventura nos manuais de técnicas de sobrevivência. Após a guerra, Poon Lim decidiu imigrar para os Estados Unidos, mas a cota para chineses já estava esgotada. Entretanto, devido a sua fama, ele recebeu uma atenção especial e conseguiu a cidadania.

Poon Lim morreu no Brooklyn em 4 de janeiro de 1991.

Fonte: Hypescience
 

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