04/08/2017

O livro que mata quem se atreve a tocá-lo

Protegido no segundo andar da Biblioteca Buhr, na Universidade de Michigan, nos EUA, repousa uma cópia do livro mais perigoso do mundo: quem o toca, morre.

Calcula-se que, entre 1878 e 1883, quase 65% do papel de parede comercializado nos EUA continha pigmento de arsênico, o qual, ao ser liberado no ambiente, causava graves distúrbios físicos.

No século XIX, o uso do arsênico era comum na fabricação de medicamentos, panfletos, pôsteres e brinquedos de criança. Até os papéis utilizados para decorar as paredes continham altas quantidades do veneno.


O químico R.C. Kedzie, cansado do fato de a opinião pública ignorar suas advertências sobre os perigos do arsênico, encheu de veneno as páginas do seu livro “Shadows from the Walls of Death” que traduzido fica: Sombras das Paredes da Morte.

Após a morte de uma leitora, quase todas as cópias do livro foram queimadas. Atualmente restam apenas duas, guardadas a sete chaves por causa de seu nível tóxico elevado.

Fonte: Playground
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