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Brumadinho registra alta de suicídio e prescrição de antidepressivos meses depois da tragédia

Trágico rompimento de barragem completou sete meses e deixou traumas

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Estatisticas alarmantes em Brumadinho se revelam agora em Setembro, o mês da campanha brasileira de prevenção ao suicídio. A prefeitura da cidade diz que a prescrição e procura por medicamentos antidepressivos aumentou, e como se não bastasse isso, cerca de 39 tentativas de suicídio e 3 casos de suicídio foram registrados.

De acordo com Junio Araújo Alves, que é o secretário municipal de Saúde de Brumadinho, 28 das 39 tentativas de suicídio foram de mulheres, que perderam filhos e marido na tragédia. Além disso, a alta de casos de depressão diagnosticada foi de 23%.

Já se passaram mais de sete meses desde o rompimento da barragem da mina de Córrego do Feijão, em Brumadinho e os dados mostram que a população não superou o trauma.

Depressão

A baixa no sistema de imunidade, problemas inflamatórios e infecciosos, são alguns dos problemas que pessoas com depressão podem apresentar. Dependendo da gravidade, a depressão também pode desencadear ainda doenças cardiovasculares, como enfarte, acidente vascular cerebral (AVC) e hipertensão.

Prevenção dos casos

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 9 em cada 10 mortes por suicídio podem ser evitadas e a prevenção é fundamental. O assunto ainda é considerado tabu, e é fundamental que em momentos difíceis as pessoas consigam pedir ajuda para familiares, amigos ou um médico.

Valorização da vida

O Centro de Valorização da Vida (CVV) que realiza a campanha Setembro Amarelo, de prevenção ao suicídio, reúne 3 mil voluntários, que atendem gratuitamente por telefone, chat ou pessoalmente. Quem precisa de ajuda pode ligar para o 188 a qualquer hora do dia ou noite.

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