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Globo vai reprisar final da Copa do Mundo de 2002

Jogo onde Brasil foi campeão será reprisado no domingo de páscoa

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Foto: Reprodução/YouTube

A Globo vai reprisar no domingo de Páscoa a final da Copa do Mundo de 2002, última grande atuação da seleção brasileira de futebol.

Em contato com o jornalista Léo Dias, do UOL, a emissora explicou o formato do especial, que deve ir ao ar antes do programa de Fausto Silva.

“Será a transmissão original. Faremos um pré-jogo de trinta minutos, inédito, com Cléber Machado e Casagrande”.

A vitória do Brasil sobre a Alemanha rendeu média de 67 pontos e 69 de pico para a Globo na época.

Leia abaixo o comunicado da Globo, na íntegra:

“Uma tarde de emoção e futebol da melhor qualidade. É o presente de Páscoa para os fãs do esporte que no domingo, dia 12 de abril, estarão há quase um mês sem ver a bola rolar por causa da pandemia de coronavírus.”

“No horário tradicionalmente reservado aos jogos, às 16h, a Globo exibe a grande final da Copa de 2002, com a conquista do quinto título mundial da seleção e a atuação de gala de Ronaldo Fenômeno na inesquecível narração original de Galvão Bueno.”

“Além da íntegra da vitória por 2 a 0 sobre a Alemanha na transmissão original, haverá um pré-jogo inédito de 15 minutos, comandado por Cléber Machado e Casagrande, com a participação de Galvão Bueno e personagens que marcaram a conquista. Após o apito final, a Globo mostra momentos de festa da conquista do penta e da histórica chegada dos jogadores ao Brasil.”

“Pela primeira vez, as duas seleções que mais vezes tinham chegado a finais de Copas do Mundo se encontravam em uma decisão. A partida em Yokohama, no Japão, aconteceu em 30 de junho de 2002. Com uma campanha perfeita, a seleção brasileira entrou em campo com seis vitórias em seis jogos,16 gols marcados e apenas quatro sofridos.”

“O trio formado por Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho era a grande sensação daquela Copa – o Fenômeno se recuperou de uma grave lesão no joelho direito às vésperas do torneio. Do outro lado, os alemães voltavam a uma decisão de Copa após 12 anos e, mesmo com uma campanha menos vistosa, tinham a força da camisa até então tricampeã do mundo.”

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