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Astronomia

Cientistas da NASA encontram evidências de possível universo paralelo; físico contesta

Cientistas estavam fazendo um experimento com a Antena Impulsiva Transiente da Antática (ANITA)

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Foto: Reprodução/Google

Imagine um universo paralelo onde as leis da físicas seriam completamente opostas às nossas. Pois bem, foi isso que uma equipe de cientistas da NASA, detectou em evidências na Antártica. Os cientistas estavam fazendo um experimento com a Antena Impulsiva Transiente da Antática (ANITA) com o objetivo de detectar um constante “vento” de partículas de alta energia do espaço conhecidas como neutrinos subatômicos, quando foram surpreendidos por um ruído vindo da Terra. As informações são do jornal New York Post.

Essas partículas podem passar completamente pelo planeta Terra, graças à baixa energia e massa próxima a zero. No entanto, uma variante de alta energia é interrompida pela matéria sólida da Terra. Com isso, esses neutrinos só podem vir do espaço, uma vez que eles seriam impedidos pelos elementos sólidos se estivessem no planeta.

Só que depois de terem analisado os dados recolhidos pela antena, a equipe descobriu que as partículas estavam saindo da neve, o que significa um comportamento desconhecido pelas leis da física.

Peter Gorgam, o físico experimental de partículas da Universidade do Havaí e um dos principais pesquisadores do projeto, disse que esse comportamento pode indicar que os neutrinos transformaram em algo diferente antes de passar pelo nosso planeta.

De acordo com Peter, a explicação mais simples para o fenômeno, é que o Big Bang teria formado dois universos: o outro que teria regras completamente opostas da física que nós conhecemos e o nosso. “Nesse mundo-espelho, positivo é negativo, esquerdo é direito e o tempo anda para trás”, declarou Gorham ao Newshub.

O conceito de universo paralelo existe desde o início dos anos 1960, principalmente na mente dos fãs de programas de ficção científica e quadrinhos, mas parece que agora isso pode ser mais que ficção.

Físico contesta informações

Um físico chamado Gustavo Esteban Romero está causando polêmica ao dizer que a informação não procede. Segundo ele, a informação se refere a um experimento real. De acordo com Gustavo, a Antena Impulsiva Transiente da Antártica (ANITA). Trata-se de um radiotelescópio composto por várias antenas que operam entre 0,3 e 1,5 GHz, colocado em um balão estratosférico lançado da base Scott-Amundsen na Antártica (a base está no polo sul).

O objetivo do experimento, que já voou três vezes, é detectar neutrinos de alta energia. No polo sul, há outro experimento para detectar neutrinos de energias mais baixas: IceCube. Nos dois casos, trata-se de encontrar neutrinos que penetram a Terra do outro lado, interagem com o material do núcleo da Terra e produzem léptons: múons e partículas de tau dependendo da energia (são como elétrons mais pesados, ​​que vivem muito pouco e depois decaem).

Esses múons e taus viajam através do gelo antártico e produzem luz Cherenkov (que o IceCube detecta) e ondas de rádio (que a ANITA detecta). A partir dessas detecções, a energia do neutrino original pode ser reconstruída. Até agora, o IceCube detectou muitos neutrinos das energias de TeV (=1 erg) e a ANITA detectou dois eventos compatíveis com os neutrinos tau de 1EeV (=um milhão de TeV). Nas fotografias, você pode ver uma foto de ANITA (caiu após o pouso), outra da base Scott-Amundsen e um esboço de como a detecção funciona. Para ele, isso nada tem a ver com os supostos universos paralelos.

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