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Universitária forjou ter sido sequestrada em Belém para não ter que apresentar TCC

Claro, como não poderia deixar de ser, a jovem foi indiciada por falsa comunicação de crime.

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O ano de 2012 foi com certeza um ano de muitas trapalhadas e altas confusões, e não, essa não foi uma descrição de um filme de aventura da Sessão da Tarde, é a descrição de um ano que realmente teve entre tantos acontecimentos, o sequestro, ou melhor, o sequestro fake da universitária Susan Paola Fadel Correia, de 22 anos, que ficou famosa em Belém, depois que parou na TV, por ter confessado à Polícia Civil que forjou o próprio sequestro, por não ter terminado o trabalho de conclusão de curso (TCC) da faculdade a tempo de apresentar.

Claro, como não poderia deixar de ser, a jovem foi indiciada por falsa comunicação de crime.

O delegado responsável pelo caso, Gilvandro Furtado, disse que a estudante não queria aborrecer a mãe pois no semestre anterior ela havia ficado reprovada na faculdade pelo mesmo motivo: não apresentar seu trabalho.

De acordo com a reportagem do portal G1, a jovem disse, na primeira versão, que foi sequestrada por três homens em um veículo na avenida Almirante Barroso. Ela disse que foi mantida em um cativeiro, com os punhos amarrados, por cerca de 24 horas.

A grande repercussão que teve seu caso de desaparecimento, foi apontado pela universitária como a razão para ter sido libertada pelos possíveis sequestradores.

Susan Paola decidiu contar toda verdade e confessar a farsa durante um novo depoimento que fez na Divisão de Homicídios da capital. Ao delegado, diretor da Divisão de Homicídios, a jovem contou que durante seu desaparecimento, tinha ficado hospedada na casa de um amigo. No entanto, ela alegou que a pessoa que a abrigou e o casal que a levou para casa, não tiveram nenhuma participação na tramóia. Tudo teria sido planejado por ela sozinha.

Depois do depoimento a jovem foi liberada, o que só aconteceu por se tratar, segundo a polícia, de um crime de menor potencial ofensivo, e mediante compromisso da uiniversitária comparecer em audiência futura em um juizado criminal especial.

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