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OMS reconhece que China ocultou informações de equipe que investigou origens da Covid-19

“Espero que futuros estudos colaborativos incluam um compartilhamento de dados mais oportuno e abrangente”, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS.

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Recentemente, Tedros Adhanom Ghebreyesus, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), reconheceu um fato que muitos já desconfiavam: a China ocultou dados sobre a Covid-19. A declaração de Tedros foi dada aos países-membros da OMS. Isso porque o órgão reuniu pesquisadores para realizar uma missão internacional. Os pesquisadores foram à China para investigar as origens do Sars-CoV-2, o vírus que causa a Covid-19.

De acordo com informações da reportagem do portal G1, Tedros afirmou que o fato da China ter se recusado a fornecer dados brutos sobre os primeiros casos de Covid-19 para a equipe liderada pelo órgão, foi o que pode ter complicado os esforços para entender como e quando a pandemia começou.

“Em minhas discussões com a equipe, eles expressaram as dificuldades que encontraram para acessar os dados brutos”, disse Tedros. “Espero que futuros estudos colaborativos incluam um compartilhamento de dados mais oportuno e abrangente.”

Há 1 ano, em março de 2020, a Curiozone produziu com diversas fontes, uma reportagem comprovando como a China, que é uma ditadura com violações graves aos direitos humanos, ocultou informações e perseguiu quem falasse sobre o assunto.

O relatório completo com as conclusões da missão da OMS foi divulgado oficialmente nesta terça. A hipótese que a organização considera a mais provável, é que o vírus tenha surgido em morcegos e foi transmitido aos humanos por meio de um animal intermediário. Entretanto, a entidade afirmou, hoje, que outras teorias não devem ser descartadas e pediu ainda estudos mais aprofundados.

“No que diz respeito à OMS, todas as hipóteses permanecem sobre a mesa. Este relatório é um começo muito importante, mas não é o fim. Ainda não encontramos a fonte do vírus”, afirmou Tedros.

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