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Governador da Flórida assina projetos de instrução anticomunista na educação

Ron DeSantis quer expandir a educação cívica no Estado. O republicano salientou que a ideologia de extrema esquerda é perversa.

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Uma ideologia nefasta e perversa. É assim que procura mostrar como é o comunismo, o governador do estado americano da Flórida, Ron DeSantis. Entre outros pontos, nos três projetos de lei que ele assinou, há medidas que preveem instrução sobre governos comunistas, bem como medidas que determinam que universidades estaduais sejam expressamente impedidas de reprimir o conservadorismo.

Ronald Dion DeSantis é um advogado e político americano servindo como o 46º governador da Flórida.

Na última terça-feira (22), o governador, que é membro do partido republicano, afirmou que a ideologia de extrema esquerda é maléfica.

“Por que as pessoas deixariam países totalitários, arriscando suas vidas, para poder morar nos EUA?”, indagou DeSantis, em entrevista coletiva. “Nossos estudantes precisam saber a verdade”, acrescentou, ao mencionar que as faculdades se tornaram ambientes repressivos de pensamentos que divergem do establishment.

O patriotismo é o cerne da nova legislação que estabelece um currículo educacional com feitos históricos dos Estados Unidos. Alunos de universidades estaduais, com a nova legislação, passarão por exame de avaliação de alfabetização cívica, além de fazer um curso nessa área para se formarem. Hoje, eles podem escolher o exame ou o curso. A modalidade vai ser oferecida aos estudantes do ensino médico.

O governador da Flórida, Ron DeSantis.

Em sua conta oficial no Twitter, Ron DeSantis celebrou a decisão com um vídeo mostrando Ana Abaunza, que segundo o governador americano, fugiu de regimes socialistas. “Sua história destaca a necessidade de ensinar nossos jovens por que lutamos e continuaremos lutando pela liberdade”, disse o governador.

No Brasil, o tema ainda gera polêmica. Há poucas semanas, o depoimento de Juliana Paes motivou intensos debates nas redes sociais após a atriz dizer que não apoia “os ideais arrogantes da extrema direita nem os delírios comunistas da extrema esquerda”.

A atriz e modelo brasileira, Juliana Couto Paes.

Com o depoimento de Juliana, diversos influenciadores de esquerda e de direita se manifestaram nas redes sociais.

A ex-candidata a prefeitura de Porto Alegre, Manuela d’Ávila debochou da fala da atriz dizendo que seu delírio comunista era viver em um país, onde de fato as pessoas soubessem o que é comunismo. Logo em seguida, Manuela foi rebatida por Danilo Gentili: “Meu delírio comunista é o mesmo que o seu. Se as pessoas por aqui soubessem o que é o comunismo, o PCdoB seria um partido criminoso, como é nos países que passaram pelo comunismo no leste europeu.”, disse o humorista.

Um dos motivos da proibição do comunismo ainda ser tema de debates é por conta de fatos históricos envolvendo a ideologia, que apesar de ter sido instaurada em democracias ao redor do mundo as transformando em ditaduras, não foi proibida como o nazismo que fez o mesmo.

O professor de história e colunista da Curiozone Leandro Buffon, produziu textos na coluna Buffoniando falando a respeito de marcas deixadas por ambas as ideologias tanto sobre o nazismo como o comunismo no século XX.

Uma matéria da Curiozone feita em 2017, desmentiu a informação propagada a respeito do comunismo. Diferente do que se alardeia sobre os mortos em regimes comunistas, 100 milhões não é o total, e sim a estimativa mínima do número de mortos em regimes comunistas pelo mundo.

Em países como a Ucrânia, o comunismo, assim como o nazismo é crime.

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