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PIB do Brasil cresce 1,2% no 1° trimestre de 2021 e volta ao patamar pré-pandemia

Resultado no 1° trimestre de 2021 veio acima do esperado.

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Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta terça (01), mostram o crescimento econômico do Brasil. Segundo o órgão, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, cresceu 1,2% no primeiro trimestre deste ano em comparação com o último trimestre de 2020, indicando um início de ano de expansão para a economia brasileira.

Por outro lado, de acordo com informações do jornal Folha de São Paulo, houve desaceleração no ritmo de recuperação, depois de um avanço de 3,2% ocorrido no quarto trimestre de 2020. Segundo a reportagem, o novo resultado vem na esteira da piora da pandemia no país, que teve uma aceleração em março.

Economia em crescimento.

Pra quem não sabe, o PIB nada mais é do que a soma dos bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução econômica, e frente ao mesmo trimestre de 2020, ele apresentou alta de 1%.

Os dados revelam que este é o terceiro resultado positivo depois dos recuos que foram registrados no primeiro (-2,2) e no segundo (-9,2) trimestres de 2020.

Os resultados positivos na agropecuária (5,7%), na indústria (0,7%) e nos serviços (0,4%), colaboraram para a expansão da economia brasileira.

“Com o resultado do primeiro trimestre, o PIB voltou ao patamar do quarto trimestre de 2019, período pré-pandemia, mas ainda está 3,1% abaixo do ponto mais alto da atividade econômica do país, alcançado no primeiro trimestre de 2014”, disse o IBGE.

Mesmo com a grande incerteza e mesmo com as preocupações que vem por conta da pandemia do novo coronavírus que surgiu na China, os indicadores econômicos estão surpreendendo de modo positivo nos últimos meses, levando à revisões para cima na projeção de crescimento do PIB em 2021.

Apesar da recuperação do PIB, outros indicadores continuam a mostrar números negativos. No fim de maio, o IBGE divulgou que desemprego no Brasil atingiu a taxa recorde de 14,7% no primeiro trimestre. O número de desempregados também bateu um novo recorde, chegando a 14,8, milhões de pessoas. É o maior contingente de desocupados de todos os trimestres da série histórica, iniciada em 2012.

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