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China polui mais do que todos os países desenvolvidos juntos, de acordo com estudo

Estudo foi publicado pelo Rhodium Group em maio deste ano.

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A China foi o país que mais emitiu gases que provocam o efeito estufa no ano de 2019, em valor que é maior do que todos os países desenvolvidos juntos, mostrou um estudo publicado pelo Rhodium Group em maio deste ano.

Segundo o grupo independente, as emissões do país mais que triplicaram nas últimas três décadas, constituindo 27% de tudo que foi registrado em escala global. De acordo com informações do portal UOL, os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 11%, seguidos pela Índia (6,6%). Os 27 países da União Europeia somam juntos 6,4% das emissões dos gases tóxicos.

Os principais seis gases poluentes emitidos, entre eles, o dióxido de carbono, metano e óxido nitroso, aumentaram para 14,09 bilhões de toneladas em 2019. O número supera a soma dos dados de todos os 37 países que fazem parte da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em cerca de 30 milhões de toneladas.

Foto ilustrativa; Poluição na China foi maior que a de países desenvolvidos juntos, segundo estudo.

Ao analisar a história, entretanto, as nações da OCDE ainda são as maiores responsáveis pela emissão dos gases tóxicos, tendo emitido cerca de quatro vezes mais poluentes do que a China desde 1750.

“A história da China como principal fonte de emissão é relativamente curta em relação aos países desenvolvidos, muitos dos quais tiveram mais de um século de vantagem. O atual aquecimento global é resultado das emissões do passado recente e do mais longínquo”, destacam os especialistas no documento.

Os resultados do relatório ainda vem na esteira da cúpula sobre o clima convocada por Joe Biden em abril. Naquele momento, o presidente do país de onde o novo coronavírus surgiu, Xi Jinping, confirmou que o país atingirá o pico de emissões até 2030 e, a partir de então, começará a cair até atingir a neutralidade em 2060.

Xi informou que a China irá controlar a produção energética através de carvão, extremamente poluente, que será limitada nos próximos cinco anos, com reduções sucessivas.

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