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Greta Thunberg tem denúncia contra o Brasil e outros países rejeitada por painel da ONU

Documento foi apresentado pela jovem junto a outros ativistas em 2019.

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Um painel da Organização das Nações Unidas (ONU) disse não poder se pronunciar de imediato sobre uma denúncia feita pela ativista sueca Greta Thunberg e outros sobre a inércia de estados em relação às mudanças climáticas. De acordo com informações do portal Terra, a entidade afirmou nesta segunda-feira (11), que antes o grupo deveria ter procurado reparação em tribunais nacionais.

A denúncia, que incluía o Brasil, foi apresentada em 2019 ao Comitê da Organização das Nações Unidas dos Direitos da Criança. No documento, eles denunciavam que a “inércia” violava o direito das crianças.

Greta Tintin Eleonora Ernman Thunberg é uma ativista ambiental sueca.

Eram alvos da ação, além do Brasil, Argentina, Turquia, França, e Alemanha. Nela, os ativistas afirmavam que esses países sabiam do risco de mudanças climáticas há décadas, mas que não agiram para conter as emissões de carbono.

O comitê, que é composto por 18 especialistas independentes em direitos humanos, disse, ao negar o pedido, que viu “nexo causal suficiente” na denúncia, porém apontou que os casos deveriam ser levado a tribunais internacionais, acatando a defesa dos cinco países.

“Vocês tiveram sucesso em alguns aspectos, mas não em outros (…) Esperamos que vocês ganhem força com os aspectos positivos desta decisão e que continuem a agir em seus próprios países e regiões e internacionalmente para lutar por justiça nas mudanças climáticas”, informou o comitê aos jovens.

Apesar de ser um forte nome no ativismo ambiental, Greta, embora tenha chamado a Xi Jinping de líder de uma ditadura, pouco comentou sobre casos da ditadura chinesa, cujo poluição é maior que todos os países desenvolvidos juntos, de acordo com estudo publicado pelo Rhodium Group em maio deste ano.

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