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Em desespero, Amber Heard pede arquivamento do processo de Johnny Depp mas juíza nega

Johnny acusa atriz de difamação, e pede US$ 50 milhões; entenda o caso.

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Foto: Reprodução/Google

Você com certeza já deve ter na cabeça a ideia de que Johnny Depp é um agressor de mulheres, certo? Ou pelo menos, muito se falou na internet nos últimos anos sobre isso. A carreira do ator simplesmente acabou ficando manchada após acusações da atriz Amber Heard. Contudo, ao que parece, a verdade está vindo à tona.

O ator, cansado de suportar as acusações de Amber, está a processando por difamação na justiça. E um recente acontecimento acabou piorando as coisas para o lado da atriz. Isso porque os advogados que representam Amber Heard fizeram um último esforço para que o caso em que Johnny Depp a processa por calúnia e difamação fosse arquivado, mas o juíza negou o pedido.

Antes de iniciar o caso, os advogados de Amber Heard pediram ao juíza Penney Azcarate que arquivasse o caso, dizendo que Johnny Depp não havia provado suas alegações. Contudo, de acordo com informações do jornal britânico Daily Mail, Azcarate, que está à frente do caso, negou o pedido referente a duas declarações no editorial do Washington Post porque havia uma ‘clareza’ de evidências que um júri pode considerar difamatórias. Em outras palavras, a atriz pode perder feio.

A juíza ainda adiou a decisão sobre uma terceira declaração feita por Amber no editorial pois as provas relevantes com relação a este ponto ainda não haviam sido apresentadas.

O pedido de arquivamento, segundo conta a reportagem do Daily Mail, provocou discussões raivosas no tribunal, com ambos os lados apresentando fortemente seus argumentos.

Johnny Depp está processando Amber Heard, e pede US$ 50 milhões de indenização por difamação.

O advogado de Heard, Benjamin Rotternborn, disse que se o tribunal concordar que Depp abusou de Heard ‘mesmo uma vez, ela vence – é simples assim’. Rottenborn disse que a evidência de que Depp abusou de Heard física e verbalmente era ‘esmagadora e indiscutível’.

Como Rottenborn argumentou, a alegação de difamação deve ser desconsiderada porque Depp não conseguiu estabelecer ‘falsidade de declaração’ durante o julgamento.

Em uma resposta inflamada, o advogado de Depp, Benjamin Chew, disse que Depp havia ‘apresentado várias testemunhas credíveis, documentos e gravações autênticas da própria Srta. Heard’. O advogado de Depp sustenta que as provas satisfizeram todos os ‘elementos necessários’ e até foram ‘mais longe de mostrar que a Srta. Heard abusou fisicamente dele’.

Erguendo a voz, Chew disse: ‘Ela é a agressora neste tribunal!’.

O advogado afirma ainda que a carreira de seu cliente foi manchada por um artigo de Amber publicado no Washington Post. O artigo, publicado em 2018, não citou o nome de Depp, mas como falou em violência doméstica e algumas situações que lembravam o ator, os fãs concluíram que a violência teria sido praticada pelo intérprete do Chapeleiro Maluco em Alice no País das Maravilhas.

Desde então, ele foi “cancelado” ano após ano, tendo sua carreira destruída e, recentemente, sendo humilhado pela própria Amber em um áudio afirmando que ninguém acreditaria na palavra dele.

Durante o julgamento, várias testemunhas de Amber acabaram testemunhando a favor de Depp, trazendo à tona inclusive situações embaraçosas em que a atriz colocou o ator.

Ele pede U$50 milhões em indenização pelo estrago feito em sua carreira.

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