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Internautas resgatam e ironizam texto de Guga Chacra em meio a tensão entre EUA e China

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Taiwan é a mais nova chave no xadrez global. Embora não tenha controle sobre a ilha, a China considera que a região é parte do seu território e Pequim já afirmou que quer reunificar o território, ainda que isso possa exigir o uso da força. Desde que a Nancy deixou em aberto sua visita à Taiwan, o governo chinês deu várias declarações em tom de ameaça, já que será a primeira vez em 25 anos que a autoridade mais importante dos Estados Unidos visita a ilha asiática.

De acordo com informações do jornal Folha de São Paulo, isso está a formar um clima tenso entre Joe Biden e Xi Jinping. Nesta manhã de terça (02), a marinha dos EUA enviou navios de guerra a Taiwan antes de visita de Pelosi. Quatro navios de guerra, incluindo um porta-aviões, foram posicionados em águas a leste do país asiático.

Imagem da reunião entre Joe Biden e Xi Jinping.

Em meio a mais nova tensão global, internautas resgataram um artigo do jornalista Guga Chacra intitulado “Acaba pesadelo da era Trump”, publicado no jornal O Globo. Nele, Guga louva e engrandece a vitória do presidente Joe Biden, escrevendo que Donald Trump era “racista, xenófobo, islamofóbico e extremista”. Além disso, o jornalista da Globo News também classifica o ex-presidente americano como ‘antidemocrático’ e ‘desequilibrado’.

Guga finaliza dizendo que o “mundo ficará mais suave sem Trump”. Segundo Guga, “pode-se criticar Biden. Mas é uma pessoa normal”. Por outro lado, “Trump era mau”.

Enquanto mais uma tensão se forma, a guerra Russia vs. Ucrânia segue acontecendo, e o posicionamento de Joe Biden perante o cenário não é dos melhores, não sendo encontrado por especialistas um tom mais apaziguador. Um editorial do The Wall Street Journal, observou que às vezes é difícil dizer se Biden e seus estrategistas querem que a Ucrânia vença a guerra contra a Rússia ou apenas sobreviva para assinar uma trégua.

Segundo o jornal norte-americano, a ambivalência de atitude do presidente dos Estados Unidos começa a se tornar um problema, no momento em que a Rússia consegue ganhos militares significativos na região de Donbass, leste da Ucrânia, num setor estratégico do conflito.

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