O que acontece quando se criam impostos para os mais ricos?

Todo mundo um dia já parou pra pensar em soluções para problemas que envolvem a crise no Brasil. Algum dia você com certeza já deve ter pensado: "Se o Brasil está em crise, por que o governo não imprime mais dinheiro e acaba com o problema?" Mas tudo não passa de uma mera ilusão.

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Nossa visão do céu seria bem diferente. A exemplo de Saturno, os anéis estariam entre 7 mil e 80 mil km acima da superfície, posicionados acima da Linha do Equador. Vem ver mais.

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22/09/2018

Mãe que decidiu colocar a filha de 15 anos de castigo tirando seu celular acabou sendo condenada à prisão

Em abril, Jodie May decidiu punir a filha por problemas na escola tirando o celular da adolescente de 15 anos, em Michigan (EUA).

E arrumou problema para ela mesma.

A punição chegou aos ouvidos do ex-marido de Jodie, que acionou a polícia. Ele alegava que tinha sido ele quem tinha emprestado o aparelho para a filha. Jodie acabou indiciada por roubo e condenada a 186 dias de prisão.


Mas o caso teve uma reviravolta, depois que os próprios promotores trouxeram a informação de que o celular pertencia à adolescente. As acusações foram retiradas.

"A mãe prevaleceu. Não posso acreditar que tive que passar por isso, que a minha filha teve que passar por isso, que a minha família teve que passar por isso. Fiquei surpresa, mas muito feliz com o resultado", disse Jodie à emissora WOODTV ao deixar um tribunal.

Fonte: FOX News

17/09/2018

Como funcionam as redações de jornalismo da grande mídia? Depois de um experimento, Danilo Gentili explicou

Danilo Gentili fez uma revelação: ele está preparando um documentário! Mas não é um documentário qualquer, ou um que contará sobre sua vida. É um documentário mostrando a realidade que acontece hoje em dia em grande parte do jornalismo no Brasil. O documentário segundo ele, vai se chamar: "O limite do humor" e para isso, ele já começou a coletar muito material por aí.


Na última semana, o que aconteceu com ele foi mais um caso desses. Em um vídeo que já conta com mais de 100 mil visualizações, Danilo inicia explicando que está coletando esse material e que a ideia desse documentário, é mostrar que a imprensa, ao invés de cumprir seu papel de agente de informação, acaba sendo militante:

"...o jornalista hoje, ao invés de passar a informação, apurar os fatos e "passar" os fatos, ele fica militando por seu partido, por sua ideologia pra convencer a população da verdade que ele quer, muitas vezes, construir só pra fazer propaganda ideológica." — conta Danilo.

"As vezes nem é verdade, mas o jornalista hoje no Brasil, ajuda uma mentira a virar verdade se isso for positivo pra propaganda do partido, do político que ele venera. O documentário é sobre isso porque até os humoristas estão nessa mira, como eu sou humorista e desde o início essa perguntinha: "Qual é o limite do humor?" intimida toda minha classe, eu tô fazendo um documentário sobre isso..."

Ele continua revelando o caso mais recente, que foi quando grupos feministas, dizendo representar todas as mulheres do país, subiram a tag #CalaBocaGentili no twitter, o que fez os jornalistas militantes, mais uma vez, entrarem em ação.

Danilo explicou o que aconteceu antes de tudo. Ele percebeu que muitos desses jornalistas estavam entrando em contradição com o discurso de alguns anos atrás. Danilo contou que  nas últimas eleições pra presidente, o discurso das feministas e o da imprensa era o da sororidade. Que, entre outras coisas, para não ser machista, era necessário votar em uma mulher para que mais mulheres estejam no poder, independente de suas propostas:




Percebendo que nessas eleições contudo, o candidato das feministas era ou Ciro Gomes, ou Fernando Haddad ao invés de Marina Silva, que é uma mulher, Danilo então decidiu postar o seguinte:


Essa pequena constatação fez com que robôs e grupos feministas, dizendo representar todas as mulheres, subissem a tag #CalaBocaGentili. Logo então a imprensa noticiou que esse fato foi espontâneo, dizendo que foi a internet inteira (opinião pública da maioria) e não apenas os militantes. O problema é que, logo em seguida, para provar que não foi bem assim, a tag #FalaMaisGentili também subiu no Twitter em 1º lugar. Entretanto, nenhuma matéria foi feita sobre isso.

Assista ao vídeo de Danilo:


11/09/2018

O caso do estuprador que se declarou transgênero, foi preso com mulheres e acabou abusando delas

Karen White, de 52 anos, estava presa preventivamente por estupros e outros crimes sexuais que teria cometido contra mulheres quando ainda se apresentava como homem e se identificava como Stephen Wood.

Como, porém, se autodefine como transgênero, se veste de mulher e usa maquiagem, ganhou o direito de ser transferida para uma ala feminina onde cumpriria o restante da pena - uma vez que, no Reino Unido, autoridades prisionais adotam diretrizes recomendando que, em geral, o local de reclusão deve corresponder ao gênero que os detentos expressam.

Mas Stephen não havia feito cirurgia de mudança de sexo. E acabou se aproveitando da proximidade com as presas com quem passou a dividir a cela para assediá-las sexualmente poucos dias depois de ter chegado.


Acusações de violência sexual

Karen havia cumprido um ano e meio de prisão numa ala masculina, quando ainda se identificava como Stephen, por conduta obscena contra um menor.

Durante o julgamento desse crime, ela admitiu que, já na nova prisão, agrediu sexualmente duas das quatro detentas que a acusam de abusos.

Os crimes teriam ocorrido entre setembro e novembro do ano passado e incluído desde assédio sexual e toque indevido até exibição de genitais e comentários impróprios sobre sexo oral.

Vulnerabilidade dupla

O debate agora está centrado em se a autodeclaração de gênero é suficiente para que uma pessoa transgênero seja mantida em presídios femininos ou em celas com outras mulheres.

Os grupos que se opõem a essa autodefinição como critério para definir o local de reclusão alegam que ela traz o risco de homens - que eventualmente se passem por mulheres trans - terem acesso a mulheres vulneráveis.

Ativistas defensores dos direitos das pessoas transgênero, no entanto, afirmam que os presos dessa comunidade já estão entre os mais vulneráveis e são humilhados pelo sistema prisional.

Para Janice Turner, colunista dos jornais britânicos The Times e The Guardian, no caso de White, os antecedentes eram visíveis e poderiam ter sido usados para evitar que ele fosse transferido para a prisão feminina.

"Prender estupradores em cadeias femininas, deixá-los no meio de presas vulneráveis, alumas delas vítimas de estupro, é como colocar a raposa no galinheiro", escreveu Turner no Times.

A colunista afirma que a segurança das mulheres parece ser menos importante que a "expressão de gênero".

Frances Crook, gerente-executiva da organização Howard League para a Reforma Penal, argumenta que mulheres em situação de vulnerabilidade estão sendo colocadas em risco por um pequeno número de homens cujo principal interesse é fazer-lhes mal.

"É um debate muito tóxico, mas acho que o sistema prisional tem sido influenciado por conversas extremas e se viu forçado a tomar decisões que têm feito mal às mulheres, tendo colocado os funcionários em uma situação extremamente difícil", disse ela em um artigo publicado no Guardian.

Mudança de sexo, mudança de prisão
Em julho, quando Karen White se viu diante de juízes no tribunal de Leeds, na Inglaterra, declarou que não havia assediado as detentas já que não se sentia atraída por mulheres. Afirmou ainda que sofria de disfunção erétil.

No entanto, um dos casos pelo qual foi condenada aconteceu justamente quando estava na fase de transição para deixar de ser Stephen e passar a ser Karen.

Crimes sexuais

Frances Crook considera que qualquer um que tenha cometido crimes sexuais ou violentos contra mulheres, que queira ser transferido mas não tenha concluído a mudança de sexo, ou seja, que "ainda tenha o pênis e hormônios masculinos", não deveria ser colocado junto às detentas.

Segundo uma investigação da BBC, dos 125 presos transgênero em prisões britânicas, 60 estão encarcerados em razão de crimes sexuais.

Estima-se que 25 deles estejam em prisões femininas e outros 34 que nasceram homens e vivem como mulheres estejam em alas especiais para homens que cometeram crimes sexuais.

De acordo com autoridades carcerárias, muitos pediram transferência para prisões femininas.

O Ministério da Justiça pediu desculpas por não ter levado em conta o histórico de crimes de White em seu processo de transferência de prisão e que está revisando agora os seus processos de avaliação.

Um porta-voz do Serviço Prisional disse que "embora tenhamos o cuidado de lidar com todos os prisioneiros, incluindo transgêneros, com tato e de acordo com a lei, estamos certos de que a segurança de todos os presos deve ser nossa prioridade absoluta".

Fonte: BBC

08/09/2018

Ararinha azul que foi divulgada como extinta ainda existe e ganha refúgio e proteção no interior da Bahia

Existe atualmente, um plano em ação. Um plano em prol da natureza! O objetivo desse plano, é desenvolver um programa para reintroduzir essas aves na natureza. Atualmente, elas só existem em cativeiro. Elas são uma raridade. Desde o ano 2000, não se tem registro confirmado de ararinha azul, livre na natureza, em nenhuma parte do mundo. Só em cativeiro: na Alemanha, em Singapura e no Brasil. Estamos falando dela, da Ararinha Azul.


“Ela é um símbolo de uma espécie que foi possivelmente extinta por causa do tráfico de animais silvestres para suprir um mercado internacional de colecionadores de uma espécie rara”, explicou Camile Lugarini, coordenadora do projeto Ararinha na Natureza. 



São apenas 11 no país, que ficam num criadouro, no interior de Minas Gerais. Para entrar no recinto, é preciso roupa higienizada. Do laboratório, os veterinários acompanham a rotina de um casal pelas câmeras e a boa notícia está na chocadeira.



O teste mostra o embrião dentro do ovo. A parte mais escura, bem no meio, era uma nova ararinha começando a se formar. Só que o desenvolvimento não tem passado desta fase. Mas o comportamento do casal anima os pesquisadores.


“No momento da postura desse ovo, a fêmea está no ninho, o macho fora do ninho, acompanhando, fazendo como se fosse uma vigília e ele entra para dentro do ninho, acompanha a fêmea durante a postura. Então, essas características que mostram que o casal está mais entrosado, aumentam muito as nossas chances de sucesso reprodutivo”, explica um especialista.

A reprodução da ararinha azul é um grande desafio porque é uma espécie romântica. Cada uma escolhe seu par e o casamento, normalmente, dura a vida inteira. Mas, tem um grande problema, elas são poucas. E muitas, são parentes. Nesses casos, mesmo quando põem ovos, é bem difícil os filhotes nascerem.

Agora os pesquisadores esperam vencer o risco de extinção. Outros quatro casais também estão sendo acompanhados. Recebem tratamento especial de saúde e alimentação reforçada.

“Colocamos mistura de sementes e, além disso, adicionamos cálcio, que ela vai botar um ovo e o ovo precisa de cálcio”, explica o veterinário Marcos Vinícius Romero Marques.

A expectativa é que os filhotes possam viver livres num refúgio de vida silvestre, em um local de preservação ambiental, criado numa área de vegetação de caatinga, no sertão da Bahia.

“Elas vão reproduzir e os filhotes delas é que vão ser soltos na natureza. Eles vão voltar para a natureza, para sua casa que é a caatinga baiana. Vão fazer companhia às maracanãs e outras araras da região”, diz Camile Lugarini.

Fonte: G1

Xbox ONE ganha controle de edição limitada que não fica engordurado

A equipe de marketing do Xbox na Austrália decidiu criar uma solução para um problema que todo mundo que joga videogame já enfrentou: o controle engordurado. Uma nova edição limitada do acessório foi lançada com um revestimento de um material à prova de gordura.

O controle foi anunciado para celebrar o fato de finalmente o jogo ‘PUBG’ ter chegado à sua versão 1.0 e saído da fase de early-access, abandonando o programa Xbox Preview. Mas qual é a relação entre o controle ensebado e o jogo? É simples: quem vence uma partida de ‘PUBG’ recebe um “chicken dinner”, um jantar com frango. Frango pode ser gorduroso, e é isso.


Por ter sido criado para celebrar a versão final de ‘PUBG’, o controle conta com o esquema de cores do game, além da camada de uretano sobre o acessório, que é o que dá o aspecto lustroso, responsável por repelir a gordura.


Apenas 200 dos controles foram produzidos no mundo inteiro, e eles contam com numeração individual.

05/09/2018

O bombeiro que se queimou ao tentar resgatar Luzia e salvou cerâmicas do Museu Nacional que teriam 7 mil anos

O soldado do Corpo de Bombeiros Rafael Luz, de 35 anos, estava de folga quando soube do incêndio de grandes proporções que atingiu o Museu Nacional. Mas não pensou duas vezes: apresentou-se no Quartel de Copacabana, onde é lotado, pegou seus equipamentos e partiu para a Quinta da Boa Vista, onde se juntou a outros militares no combate às chamas. Em um relato emocionado, publicado nas redes sociais na tarde de segunda-feira, o soldado contou que se queimou ao tentar resgatar o crânio de Luzia, o mais antigo fóssil humano encontrado nas Américas. Entretanto, não saiu de mãos vazias. Resgatou peças de cerâmica e, ao entregá-las a um funcionário do museu, ouviu em resposta: “você salvou 7 mil anos de história da Grécia”.

“Assim que cheguei, confirmei a extensão da tragédia que já tinha visto. E sabe o que mais eu vi? Um grupo de homens e mulheres, trabalhando exaustivamente, enfrentando chamas, fazendo o possível e o impossível. Eu vi um corpo, o meu corpo, O Corpo de Bombeiros. O pessoal do museu tentava ajudar com o que podia, mas era perigoso muita gente entrar naquele espaço. Alguns, lembro do nome do Vitor, entraram, nos indicaram lugares, foram firmes junto conosco. Consegui com outros bombeiros salvar algumas cerâmicas, peças que nunca na vida imaginei segurar nas mãos. E se isso estava acontecendo, era só a confirmação da tragédia que estávamos vivendo”, escreveu o bombeiro.


Rafael foi um dos primeiros a chegar à sala onde estava o crânio de Luzia. Conduzido por um funcionário do museu, ele abriu um armário e se deparou com um ferro incandescente. Segundo ele, a alta temperatura do material derreteu a luva que o protegia do fogo e queimou seus dedos.

“Eu sabia a importância e relevância dessa peça. Fomos levados à sala onde ela estava (a exposta era uma réplica). Junto com o Tenente Coronel Vitoriano, entramos em uma sala ainda com focos e avançamos. Fizemos um esforço gigantesco e conseguimos nos aproximar e abrir o armário. Ao procurar Luzia, encontrei vazio e um ferro incandescente que derreteu minha luva e queimou meus dedos. Doeu, muito. Saí da sala e chorei. De dor? Não. De frustração. Eu queria ter achado Luzia, ter salvado mais itens, ter ido mais ao museu, ter reclamado mais do abandono do nosso patrimônio histórico”, contou o bombeiro.

Rafael Luz também desenvolve um trabalho de prevenção de acidentes junto à TV Brasil, apresentando a série “Amigos do Pelotão”. Na atração, ele se apresenta como o Bombeiro Rafa e, por meio de brincadeiras e histórias criativas, ensina as crianças a prevenirem acidentes e não contarem mentiras. De acordo com o site da emissora, a série foi desenvolvida pelo próprio bombeiro, que já atuou no Haiti e foi homenageado com uma medalha de mérito pela corporação.

Confira a íntegra da publicação de Rafael Luz:

“...EM CADA CANTO UM HERDEIRO DE LUZIA...!” (Imperatriz Leopoldinense, carnaval 2018).

Eu estava lá, posso falar?

Ontem, assim como a maioria dos brasileiros, tomei conhecimento que o Museu Nacional estava pegando fogo. Também, como muitos brasileiros, um sentimento de angústia tomou conta de mim. Porém, diferente da maioria dos brasileiros, tive certeza que poderia fazer algo para ajudar. E assim fiz: de folga, assim que foi possível, fui para o meu quartel, peguei meus equipamentos e parti (de metrô) para a Quinta da Boa Vista.

Assim que cheguei, confirmei a extensão da tragédia que já tinha visto. E sabe o que mais eu vi? Um grupo de homens e mulheres, trabalhando exaustivamente, enfrentando chamas, fazendo o possível e o impossível. Eu vi um corpo, o meu corpo, O Corpo de Bombeiros.

O pessoal do museu tentava ajudar com o que podia, mas era perigoso muita gente entrar naquele espaço. Alguns, lembro do nome do Vitor, entraram, nos indicaram lugares, foram firmes junto conosco.

Consegui com outros bombeiros salvar algumas cerâmicas, peças que nunca na vida imaginei segurar nas mãos. E se isso estava acontecendo, era só a confirmação da tragédia que estávamos vivendo.

Em determinado momento, pedi que o Vitor me mostrasse o local onde ficava a Luzia. Eu sabia a importância e relevância dessa peça. Fomos levados à sala onde ela estava (a exposta era uma réplica). Junto com o Tenente Coronel Vitoriano, entramos em uma sala ainda com focos e avançamos. Fizemos um esforço gigantesco e conseguimos nos aproximar e abrir o armário. Ao procurar Luzia, encontrei vazio e um ferro incandescente que derreteu minha luva e queimou meus dedos. Doeu, muito. Saí da sala e chorei. De dor? Não. De frustração. Eu queria ter achado Luzia, ter salvado mais itens, ter ido mais ao museu, ter reclamado mais do abandono do nosso patrimônio histórico. Mas não deu. E a queimadura vai me fazer lembrar por muito tempo o preço que se paga pela omissão.

Tenham certeza que eu e meus companheiros que lá estávamos fizemos todo o esforço humanamente possível para salvar qualquer coisa. Sofremos juntos, choramos também.

O lema do Corpo de Bombeiros é: “Vida Alheia e Riquezas Salvar!”

Riquezas Salvar...

Essa parte do lema nunca fez tanto sentido.

“...Destruímos hoje, o que podia ser depois...”

Ou nunca!

Fonte: EXTRA
 

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