O que acontece quando se criam impostos para os mais ricos?

Todo mundo um dia já parou pra pensar em soluções para problemas que envolvem a crise no Brasil. Algum dia você com certeza já deve ter pensado: "Se o Brasil está em crise, por que o governo não imprime mais dinheiro e acaba com o problema?" Mas tudo não passa de uma mera ilusão.

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12/10/2018

Mesbla, a megaloja de departamentos que vendia desde brinquedos, CDs e roupas até carros e armas de fogo

Imagine você entrar em uma loja pra comprar um microondas e sair de lá com um carro e uma pistola. Essa era uma realidade nos anos 80 e 90 no Brasil em uma loja chamada Mesbla.

Você que nasceu por volta dos anos 95 até depois da virada do milênio com certeza não se lembra e talvez nem saiba dessa marca, mas pode fazer um teste e perguntar aí agora para os seus pais se isso não era verdade.


Na Mesbla você podia entrar e comprar um carrinho de controle remoto de presente pro seu filho até um Opala pra você!


Na Mesbla tinha até como comprar uma lancha aquática!


As lojas da Mesbla eram gigantes! Simplesmente enormes, claro, até porque pra ser também uma concessionária de veículos, uma lojinha minúscula não iria servir. Por isso, eram prédios construídos por eles mesmos. 

Só que a Mesbla não era originalmente brasileira, ela foi fundada em 1912 mais como uma filial de uma loja francesa que se chamava Mestre & Blatgé no prédio de número 83 da rua da Assembleia, no centro da cidade do Rio de Janeiro.

Naquela época, os empresários não davam muita importância até porque no Brasil ela não era tão famosa assim como na França, onde era sua matriz.

Foi então que um dia Louis La Saigne decidiu revolucionar tudo e expandir a marca. Isso porque Louis era um empregado de uma filial da Mestre & Blatgé na Argentina e recebeu um cargo alto na empresa, começando então a administrar os negócios por aqui em 1924. Para mudar tudo e fazer uma nova marca, em uma reunião com alguns executivos, foi decidido mudar o nome da loja de MEStre & BLAtgé, virou apenas MESBLA.

A preocupação era que no início da Segunda Guerra Mundial a França se manifestou solidária a Adolf Hitler. Os executivos pensavam que isso poderia ocasionar represálias no Brasil, já que nosso país lutou contra o exército nazista e muitos brasileiros poderiam se manifestar completamente contra a loja pela referência francesa ao nome Mestre & Blatgé.


Ascenção e queda

Nos anos 80, a Mesbla vendia a todo o vapor. Como você viu acima, vendia de tudo. Por lá você encontrava desde brinquedos, eletrodomésticos, eletrônicos, cama, mesa e banho até carros, lanchas e armas de fogo (tirando toda a burocracia, é claro). A Mesbla era enorme.


Os principais problemas que levaram a falência da empresa foi que a Mesbla tinha cerca de 40 diretores, o que acabava fazendo com que as mais importantes decisões da empresa fossem tomadas de forma um pouco lenta, prejudicando o andamento. Além disso, no final do governo Sarney, em 1989, a diretoria da loja, acreditando que o país caminhava para uma hiperinflação, começou a estocar mercadorias em excesso e passou a contar basicamente com recursos gerados por sua financeira.

A criação do Plano Real, com o fim da inflação alta, mostrou as fragilidades da empresa, e a loja então passou a enfrentar constantes prejuízos, que tentou resolver com fechamento de filiais e dispensa de empregados. Para agravar, tinha que enfrentar a concorrência de lojas de departamento e hipermercados estrangeiros, com facilidade de obter capitais no exterior a juros mais baixos.

As empresas estrangeiras conquistaram a clientela de melhor poder aquisitivo, sempre atenta a novidades, com uma maior variedade de mercadorias e facilidades de crediário, em especial com a criação de cartões de crédito próprios.

Quando a Mesbla tentou se igualar aos concorrentes, criando marcas exclusivas de roupa e seu próprio cartão de crédito, já era tarde. No ano de 1994 já havia fechado várias lojas e reduzido seu quadro para 4,5 mil funcionários, sem conseguir estancar os prejuízos.

Como o camaleão consegue mudar de cor? A ciência explica

O bicho consegue controlar a movimentação de pigmentos que dão cores às células de sua pele. Assim como outros animais (rãs, polvos, lulas, vários insetos e outros lagartos), o camaleão possui a capacidade de imitar a cor do ambiente para se confundir com ele. 

Essa característica de camuflagem tem diversas funções e varia de acordo com o bicho e com o meio no qual ele vive. No caso do camaleão, a mudança de cor pode ser uma estratégia de caça ou de defesa. Ao assumir a cor do local onde se encontra – por exemplo, a da folhagem, do galho ou do tronco de uma árvore – o camaleão tenta se camuflar para capturar insetos com sua longa língua ou fugir de seus predadores, como cobras, aves de rapina ou pequenos felinos. 

“Dependendo da espécie de camaleão, as cores que ele pode assumir variam muito, como tons de verde, rosa, azul, amarelo, vermelho, marrom e preto”, afirma a bióloga Maria Aparecida Visconti, da Universidade de São Paulo (USP). 


Você pode estar se perguntando: como o camaleão, que não é nenhum Einstein, consegue sempre acertar a cor da camuflagem? Na verdade, é um processo involuntário. O cérebro do camaleão recebe a luz que incide na retina, compara essa luminosidade com a luz refletida no ambiente e libera hormônios para as células da pele, fazendo com que elas assumam a cor do ambiente em segundos (no máximo, em minutos). Graças a essa habilidade, o bicho não fica rosa na folhagem marrom.


Lance de pele: células com pigmentos são o segredo dessa aquarela animal

1. O camaleão muda de cor quando se sente ameaçado por um predador ou quando está caçando. A alteração é regulada por hormônios produzidos pela hipófise, uma glândula na base do cérebro, e chegam às células da pele por meio da circulação sanguínea

2. As células que dão cor ao bicho são chamadas de cromatóforos. Cada cromatóforo tem pigmentos de uma cor diferente – um camaleão possui cromatóforos com pigmentos de várias cores. No nosso exemplo, o bicho está passando de um tom amarronzado para um amarelado

3. No tom amarronzado, os pigmentos dessa cor e suas “parentes”, como o vermelho, estão espalhados por toda a área de seus cromatóforos. Já os pigmentos de cores diferentes (como cinza e amarelo), ficam agrupados nos núcleos de seus cromatóforos, “sumindo” aos olhos do predador

4. No tom amarelado, ocorre o inverso: os pigmentos de cores claras (amarelo e cinza) ficam espalhados nos cromatóforos, enquanto os de cores escuras ficam concentrados. Para quem vê o camaleão nessa situação, a cor do bicho é um tom entre o marrom e o vermelho

09/10/2018

Nicolás Maduro decidiu culpar o Homem-Aranha pelo alto índice de criminalidade na Venezuela

Nicolás Maduro finalmente encontrou um novo culpado pelos altos índices de criminalidade na Venezuela: o Homem-Aranha. Pois é, no lançamento de um programa musical voltado para jovens, ele considerou filmes como o do super-herói uma “fábrica de valores negativos” para a juventude. Para exemplificar, falou da própria experiência ao assistir a um dos filmes sobre a série com a mulher, Cilia Flores. “Outro dia assistimos a Homem Aranha 3. É fogo, desde o início até o fim são mortos e mais mortos. E é uma das séries que mais agradam aos meninos. São comics que atraem os pequenos. As figuras, as cores, o movimento. Tanto é que ficamos assistindo até as 4 da manhã”.

Herdeiro político de Hugo Chávez, Maduro segue a cartilha venezuelana de culpar ‘inimigos externos’ pelos problemas internos do país. As reclamações ligadas ao entretenimento são frequentes. Em maio, por exemplo, ele defendeu o fim das “narconovelas e de séries de televisão que promovem o uso de drogas, o culto às armas”.


O discurso foi retomado com a alusão ao super-herói. “Me ponho a pensar em a quantas milhares de horas de violência uma criança é exposta. E depois, estimulado pelo consumismo e pela violência, pega uma arma nove milímetros e sai para matar”, afirmou.

A criminalidade na Venezuela disparou ao longo dos 14 anos do governo do coronel Hugo Chávez, tornando-se uma das maiores preocupações da população. Em 2012, o governo registrou 16.072 assassinatos, o que representa um crescimento de 14% em relação ao ano anterior. No entanto, o Observatório Venezuelano de Violência (OVV) divulgou um número ainda maior, com 21.692 pessoas assassinadas.

Mais Hollywood – Em junho, ao reiterar a oferta de asilo político ao ex-técnico da CIA Edward Snowden, responsável por vazar informações sigilosas sobre programas de vigilância dos EUA, Maduro também mencionou um filme americano, O Terminal, protagonizado por Tom Hanks. À época, Snowden estava morando na zona de transição do aeroporto de Moscou, porque ainda não havia conseguido asilo temporário do governo russo. Maduro comparou a situação do americano à vivida pelo personagem do filme e pediu que o longa fosse transmitido pela TV estatal.


Fonte: UOL

“Cacete no lombo e bala no rabo”; confira 10 tweets de Sargento Fahur, o deputado federal mais votado no Paraná

O sargento da reserva da Polícia Militar, Gilson Cardoso Fahur (PSD), de 54 anos, foi o deputado federal mais votado no Paraná com cerca de 315 mil votos válidos. O parlamentar coleciona fãs nas redes sociais. No Facebook são mais de 3,3 milhões de seguidores, além de ter outros milhares no Twitter, Instagram e Youtube.

Conhecido por declarações enérgicas, Fahur não poupa o verbo quando o assunto é seu posicionamento contra a criminalidade. Nas redes sociais, o sargento publica frases e até vídeos de agressões e incitação à violência a pessoas suspeitas.


Nas diversas entrevistas que já concedeu aos veículos de comunicação, Fahur fez declarações polêmicas sobre a atuação da polícia contra bandidos: “gostaria de cortar umas cabeças de vagabundos”, “quero pegar essa raça e exterminar”, “não tem esse negócio de tiro na mão ou na perna, tem que acertar no peito ou na cabeça” e “já matei em legítima defesa uns doze vagabundos” são algumas delas.

O sargento é contra a legalização das drogas e a favor da liberação de armas para população, além da pena de morte.

Quando bandido reage


"Cacete no lombo"


Bandido bom é bandido morto


Feliz páscoa


Cadeia ou cemitério


Os bichões


Visita íntima na prisão


Reintegração do bandido


Pena de morte


Bandido tem que apanhar na cara


Fahur nasceu em Londrina, no norte do Paraná, é casado, católico e atuou por 35 anos como policial militar rodoviário. O sargento apoia o candidato Jair Bolsonaro (PSL) à presidência da República.

08/10/2018

Zeiva Buchmann, mãe de Kéfera, declara apoio a Jair Bolsonaro mesmo depois da youtuber postar #EleNão

As divergências políticas neste primeiro turno das eleições podem provocar o rompimento de famílias e amigos. Kéfera, atriz de “Tempo de amar” e famosa por seus vídeos no Youtube, rompeu com a mãe ainda no primeiro turno das eleições majoritárias. Ela sequer segue mais Zeiva Buchmann, sua mãe, no Instagram.


A atriz votou em Curitiba e escolheu Ciro Gomes. A mãe fez campanha e votou em Jair Bolsonaro. Kéfera não ficou na casa dos pais desta vez e preferiu procurar uma tia.

Quando saiu o resultado da apuração, a atriz fez um desabafo e chorou nos vídeos que gravou.

“Eu não consigo organizar as ideias, amanhã eu falo melhor... Amanhã é o cacete. Ele não, ele nunca”, disse: “Agora é questão de sobrevivência”.

Fonte: EXTRA

Como Beethoven conseguia compôr músicas sendo surdo?

O compositor alemão Ludwig von Beethoven (1770 - 1827) perdeu a audição progressivamente ao longo de três décadas (entre os 20 e os 50 anos), quando já se encontrava na fase adulta. Como não nasceu surdo, ele tinha memória auditiva suficiente para compor em sua mente.

O ouvido humano é dividido em três: o externo, que capta as ondas sonoras no ar; o médio, que amplifica essas ondas; e o interno, que as transforma em impulsos elétricos captados pelo cérebro. Com a perda da audição, o compositor não era capaz de captar novos sons, mas tinha conhecimento suficiente para formar sinfonias em seu cérebro e transformá-las em partituras - assim como uma pessoa pode criar textos mentais e colocá-los no papel.


Mesmo surdo, Beethoven compôs obras grandiosas. A 'Nona Sinfonia', criada poucos anos antes de sua morte, foi declarada patrimônio mundial pela Unesco.

Até hoje, não se sabe com certeza o que levou o músico a ficar surdo. A teoria mais aceita é otoesclerose, doença degenerativa do aparelho auditivo.
 

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