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Alemã virou negra querendo ser a primeira Barbie ‘transracial’

Martina Big ficou conhecida após ter tomado injeções de melanina e dizer que se identifica como uma mulher negra.

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Ela é alemã, ex-aeromoça e modelo. Além de já ter feito cirurgia no nariz e lipoaspiração, colocou implante nos seios e tomou injeções de melanina para ficar negra. Conhecida como Martina Big, a mulher que depois foi rebatizada como Malaika Kubwa, passou por todas essas transformações virou notícia no mundo inteiro em 2017, com sua ambição em querer ser a primeira Barbie ‘transracial’.

A alemã mostrou que, no mundo das bonecas orgânicas, tudo pode acontecer. Martina nasceu em 1988, numa pequena cidade da Alemanha Oriental, próxima de Luxemburgo. A paixão pelas Barbies vem desde a infância, quando ela brincava e amava a estética das bonecas com seus sorrisos brilhantes, narizinhos pequenos e cabelos loiros.

Martina Big na época em que era aeromoça.

Segundo a alemã, os seios grandes vem desde sua adolescência, mas não satisfeita, ela queria se equiparar a celebridades como Pamela Anderson.

Martina, que agora adotou o nome de Malaika Kubwa, desabafou a respeito da exploração que pessoas negras sofrem por brancos. Segundo ela, “os pretos são tratados como segunda classe pelo resto da população”.

“Acredito que está certo as pessoas protestarem porque essa é a única saída para dar dimensão aos abusos e coloca pressão indiretamente nos políticos e em pessoas influentes. Desde que eu me tornei negra, tenho trabalhado intensivamente para aprender mais sobre a história e a cultura negra”, disse Martina ao jornal Metro.

Ao comentar sobre o que tem passado depois da transformação, a mulher afirma que por ter ficado conhecida na mídia, as pessoas têm medo de serem racistas com ela, acreditando que ela poderá tornar isso público de maneira mais fácil.

Martina decidiu mudar de etnia. Por meio de injeções de bronzeamento, ela começou a escurecer a pele.

E a transformação de Martina, segundo ela mesma garantiu, foi total. Uma amiga queniana contou a um líder da região sobre a transformação da modelo e o quanto ela queria se “tornar uma verdadeira mulher africana”.

Alemã viajou até o Quênia para ser rebatizada com um nome suaíli, língua banto com o maior número de falantes.

Foi então que a modelo foi a um local de culto, e lá recebeu o nome de Malaika Kubwa, que em suaíli quer dizer “Grande Anjo”.

A modelo também disse ter ficado surpresa com o número de pessoas que a conhecia no país africano e afirmou ter a certeza de que os futuros filhos dela também serão negros africanos.

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