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100 milhões é apenas a estimativa mínima do número de mortos pelo comunismo no mundo

Diferente do que se alardeia por aí, 100 milhões não é o total de mortos e sim a estimativa mínima de pessoas que o comunismo já matou no mundo inteiro.

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Foto: Reprodução/Google

Se nesta década os EUA e seus aliados enfrentam a ameaça do terrorismo, existe um adversário sem nacionalidade e que não poupa civis, após a Segunda Guerra Mundial e até a o fim dos anos 80. Uma ideologia a ser combatida por esses países tinha cor vermelha, um poderoso exército e armas nucleares: o comunismo.

Com o objetivo de documentar esta história e para honrar as mais de 100 milhões de vítimas dessa tirania e educar as gerações futuras sobre o passado, o site Global Museum on Communism ou Museu Global do Comunismo, em inglês foi criado.

De acordo com os cálculos da organização, o número de mortos pelos regimes comunistas em todo o mundo é de mais de 100 milhões. A China lidera o ranking, com o número estimado de mortes de 77 milhões de pessoas. Em seguida, aparecem União Soviética, mais de 43 milhões; Camboja, 2 milhões; Coreia do Norte, 2 milhões; países africanos, 1,7 milhão; Afeganistão, 1,5 milhão; países comunistas do leste europeu, 1 milhão; Vietnã, 1 milhão; América Latina, 150 mil; entre outros.

Os recursos gráficos do site incluem a seção “Linha do Tempo”, que narra ano a ano os fatos que marcaram a história do comunismo, com vídeos e textos, além de galerias de imagens. O “Registro de Vítimas” permite que usuários de todo o mundo enviem seus relatos sobre a relação que tiveram com o comunismo. Há também artigos especiais com temas como “Economias pós-Comunismo”, “A Guerra na Religão”, “A Perseguição Chinesa aos Uigures”, entre outros.

Em números exatos pode ser exemplificado as mortes causadas por ditaduras comunistas na história, como por exemplo os dois principais ditadores comunistas como Stalin e Tsé-tung que estão abaixo:

Stalin, 43 milhões de mortos

Stalin assumiu o posto de secretário-geral do Partido Comunista da União Soviética em 1922 e tornou-se chefe supremo e ditador do país em 1924, após a morte de Vladimir Ilyich Lênin. Apesar de governar com braço de ferro um estado fortemente militar, Stalin durante muito tempo conseguiu omitir do Ocidente as mortes perpetradas pelo seu regime, que na URSS, 1879-1953 matou 43 milhões.

Mao Tsé-tung, 77 milhões de mortos

Em números absolutos, o maior matador foi o ditador chinês Mao Tsé-tung, que mandou nada menos que 77 milhões de compatriotas para o além. Em percentual relativo, o líder mais sanguinário foi o general Pol Pot, que assassinou “apenas” 2 milhões de pessoas – um terço da população do Camboja, país em que ele foi primeiro-ministro entre 1976 e 1979.

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